sábado, 20 de agosto de 2016

PENSAMENTOS DE JOÃO PAULO II

ORAÇÃO

1.- É hora de redescobrir, queridos irmãos e irmãs, o valor da oração, sua força misteriosa, sua capacidade de voltar a nos conduzir a Deus e de nos introduzirmos na verdade radical do ser humano.

2.- Quando um homem ora, coloca-se perante Deus, perante um Tu, um Tu divino, e compreende ao mesmo tempo a íntima verdade de seu próprio eu: Tu divino, eu humano, ser pessoal criado a imagem de Deus.

3.- Em nossas noites físicas e morais, se tu estás presente, e nos amas, e nos falas, já  nos basta, embora muitas vezes não sentiremos o consolo.

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A fé cristã é “per-formativa”

Hoje, Cristo denuncia uma grave deformação da religião autêntica: “Falam e não praticam”. É a “evaporação da fé”: teoria sem obras. A mensagem cristã não deve ser apenas “informativa”, também deve ser “Per-formativa”. O Evangelho não é apenas uma comunicação de coisas que podem saber-se, mas é uma comunicação que implica fatos e muda a nossa vida. A imagem de Deus deve se formar em nós; dia a dia deve acontecer a nossa transformação em Jesus. 

A fé, antes que se “demonstrar”, deve se “monstrar”: é uma mudança em nosso ser. A fé que chega-nos como palavra deve chegar de novo em nós como palavra, na qual agora se expressa nossa vida. A fé vai em primeiro lugar da palavra até a idéia, mas sempre tem que voltar da idéia à palavra e à ação. 

—Senhor, faz que a fé me transforme até que digam de mim que voltei a “nascer”.

 (elaborado com base nos textos de Bento XVI) 
(Città del Vaticano, Vaticano)