sábado, 15 de março de 2014

Firmes e confiantes

Um menino estava guardando um cavalo amarrado a um poste. Um estranho se aproximou e perguntou: "Este  cavalo  é  veloz?"
"Eu não sei," respondeu o menino,  "mas  tem  resistência  e suporta qualquer prova."
Firmeza -- não quer dizer  fé,  mas fidelidade. E é  esta  qualidade  que  nos  leva  a  confiar inteiramente em uma pessoa, pois, sua palavra permanecerá.
Em que estamos firmados? Temos sido constantes em nossa  fé? Temos sabido enfrentar as lutas e dificuldades de nossa vida com a convicção de que Deus está conosco  e  que,  por  fim, seremos mais uma vez vencedores?
Quando as estradas são pavimentadas e  os  acostamentos  são floridos e perfumados, a nossa fidelidade cristã não é posta à prova. Somente em dias  cinzentos  e  empoeirados,  quando precisamos trilhar caminhos estreitos e esburacados,  é  que poderemos testemunhar de nossa  fé  e  confiança  plena  nos cuidados do Senhor.
Deus não espera que saiamos a toda velocidade na intenção de provar que somos capazes de fazer a Sua obra e nos  destacar no  cenário  espiritual.  Ele  quer  que  estejamos  à   Sua disposição para fazer o que Ele deseja que seja feito e  que sejamos capazes de  resistir  os  percalços  e  suportar  as dificuldades que surgirão à nossa frente.
O tempo pertence a Ele e seremos muito mais felizes se soubermos esperar a  Sua direção. Não se apresse a fazer a obra de Deus para  impressionar  os homens, você só precisa agradar a Deus!
Paulo Barbosa

Feliz quem confia no Senhor

" Esperei ansiosamente por Javé. Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu grito. Fez-me subir da cova fatal, do brejo lodoso; colocou meus pés sobre a rocha e firmou os meus passos; pôs em minha boca um cântico novo, um louvor ao nosso Deus. Vendo isso, muitos irão temer, e confiarão em Javé. Feliz é o homem que confia em Javé! Ele não se volta para os soberbos, nem para os seguidores da mentira. Quantas maravilhas realizaste, Javé meu Deus! Quantos projetos em nosso favor! Ninguém se compara a ti! Quero anunciá-los, falar deles, mas ultrapassam qualquer conta. "
Por ter colocado a esperança em Deus, o salmista é libertado de um perigo de morte. Essa libertação é o próprio agir de Deus, que o tira da cova fatal, põe um canto em sua boca e faz com que toda a comunidade se alegre, participando do agradecimento pela libertação.

ORAÇÃO : Quantas maravilhas realizas em nosso favor, ó Deus. São tantas, que nosso agradecimento nunca será o bastante. Obrigado por tua ação no meio dos empobrecidos, dos sofredores, dos aflitos. Obrigado por te inclinares a nós e nos libertares continuamente.
Amém!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A retribuição

 "A retribuição é um retorno, não uma obrigação. Quando doamos amor ou qualquer outro sentimento, não devemos fazê-lo esperando que nos devolvam. Muitas vezes até em dobro. Temos que fazer o bem, sem olhar a quem e muito menos barganhar alguma coisa. Quem recebe, pode sim em um gesto de carinho, doar também algum tipo de sentimento. Não é uma troca... é um bem muito mais precioso. É... gratidão!"
 (G.Fernandes)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Iguarias finas

O coração da gente gosta de atenção. De cuidados cotidianos. De mimos repentinos, de ser alimentado com iguarias finas como a beleza, o riso. o afeto.

Não dependa dos outros

 "Construa seu mundo com aquilo que ele te oferece, colocando você mesmo as cores que quiser. Não dependa dos outros para ser feliz ou infeliz, mas viva a sua vida como verdadeiro dono dela. O poder de ser feliz ou infeliz está nas suas próprias mãos. Cabe a você saber com que intensidade vai viver isso!"
(Letícia Thompson)

Você é um bálsamo...

 "Não importa o quanto te ataquem. O que importa é a sua doação incondicional, à energia viva do amor. Quanto maior a doçura, maior é o incômodo para os que se alimentam de fel. Não importa o que te doem, doe o que possui dentro de você. Apenas seja você mesmo com autenticidade e transparência. Para os que têm olhos e coração puros, você é um bálsamo. Para os outros, você é espinho. A liberdade e a leveza são alcançadas onde há o amor. O amor constrói. E o amor se basta!"
 (Madre Tereza de Calcutá)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Pontualidade e Honestidade

Todo povo excessivamente convicto de suas qualidades torna-se arrogante, e o inverso ocorre com um povo que só acha que tem defeitos e se julga cheio de defeitos e se aceita como inferior naturalmente.
Os denominados países desenvolvidos firmam os valores para todos os demais. Os ingleses são reconhecidos e admirados pela pontualidade. É comum ouvir-se a expressão “pontualidade britânica”. Os japoneses firmaram-se como os melhores em transformar tudo que for gigante em miniatura. Os americanos em fazerem justiça, especialmente no terreiro alheio. E os brasileiros em darem um jeitinho.
Este arranjo tem por objetivo corrigir o que não se faz bem-feito, ou em tempo certo. Quando se refere a prazo, o que demandaria um mês se realiza no último minuto de um ano. Por isso, faz-se de atropelo e erra-se por demais. Daí vem a necessidade de corrigir, via de regra, de forma a burlar as regras legais e de segurança. Muito raro o jeitinho ajuda. Como regra, é o símbolo maior do atraso deste país.
Como nada ocorre por acaso, essa conduta nacional se firmou por ser valorizada em alguns setores sociais. Por muito tempo o malandro do samba carioca foi enaltecido. Morava em bairros pobres, fumava e bebia muito, vestia-se de branco, usava chapéu e, de quebra, era o verdadeiro gigolô de mulheres ricas.
No futebol também se cultua em demasia a malandragem. Os comentaristas entusiasmam-se com as artimanhas. Jogadores que simulam sofrer faltas penais e fingem sofrer agressões para forçarem a expulsão dos adversários. Não são válidos dribles para enganarem os adversários. São artifícios para levarem vantagens indevidas, coroadas com uma mensagem do ex-jogador Gérson para se levar vantagem em tudo.
Esse comportamento desleal generalizou-se e passou a integrar às atitudes do dia-a-dia dos cidadãos como sinônimo de inteligência e criatividade.
Quem trabalha em empresa ou tem profissão que permite andar em ônibus sem pagar, nunca mais banca suas passagens, mesmo depois de perder esse direito. Usa o uniforme, o crachá, dá a famosa carteirada. Procedimento que se repete na entrada em cinema, em teatro, em jogo de futebol, com a famosa meia-entrada.
Nas grandes cidades é comum o motorista permitir a venda no interior dos ônibus em troca de um salgadinho ou doce jogado, rápida e de forma despretensiosa, depois da descida do ambulante. Isso é corrupção dissimulada, pois sem a troca, sua entrada não seria permitida. Por essas e outras, advogados brasileiros não fazem defesas da justa pena, mas da impunidade, mesmo conhecedores da culpabilidade de seus clientes, similar à defesa feita pelos procuradores dos mensaleiros de que seus clientes “só” praticaram o caixa dois, numa alusão espantosa de crime menor.
Com tantos desvios de conduta, cobra-se ética de parlamentares e de políticos em geral, que deve mesmo ser cobrada, mas a ética tem que fazer parte de todos os atos da vida das pessoas, sem exceção. Essas condutas devem ser reprovadas por serem desonestas e prejudiciais à nação. Glamourizar esses desvios de conduta confunde e distorce os valores éticos de um povo, que define como um “jeca” quem defende a honradez e pontuali


Sérgio Velloso